Archive | maio 2017

Rage

Thank you for all you’ve done for me.

I’m deeply grateful for your company.

I know all you’ve done for me.

The weight of these words is not void.

There is weight of emotion loaded of memories when I read “know”.

You’ve been there all this time by my side.

Knowing my pain.

Sharing my pain.

Guarding me.

By my side.

Always.

Never letting me face it all alone.

I’m grateful for all you’ve done.

Maybe it’s time for you to go.

Don’t worry, I won’t forget you.

I’ll remember you.

Do not be afraid, I’ll be fine.

Deus

Deus foi morto pela ciência.

Aí a ciência assumiu o papel de deus como entidade toda poderosa capaz de entregar as respostas e dar conforto àqueles que o cultuam.

Meu deus é o caos, a falta de respostas, a garantia de incertezas, ou a (não-)garantia das mesmas, a capacidade de viver sem o conforto das respostas, o anti-Deus.

Mas viver sem a chama que estimula a busca por respostas é anti-humano, logo viver sem um Deus é anti-humano.

Meu deus é o caos, e eu confio que ele me dará as respostas. Eu não posso controlar os eventos com os quais me deparo, mas eu sempre posso controlar minha reação diante dos mesmos.

A minha forma de cultuar o caos é interromper a busca por respostas como minha reação, entregando a ele parte de minha humanidade, e eu o cultuo às vezes.

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